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Riscos de Comunicação no Planejamento

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THIAGO SIQUEIRA DA SILVA Engenheiro Civil| VEXOR ENGENHARIA GOIANIA, GO, Brazil
Como você garante que a comunicação dos riscos no planejamento seja clara e eficaz entre todos os membros da equipe e partes interessadas, evitando mal-entendidos que possam atrasar o andamento da obra?
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Ahmed Heakal Cairo, Egypt
thank you
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Giovana Monteiro da Silva PM Consultant| Scalian Toulouse, OCC, France
Oi Thiago, trabalho na área aeronáutica e entendo que, para uma comunicação eficaz, o ideal é criar um plano de comunicação. Porém, antes disso, é fundamental mapear e avaliar cada parte interessada, considerando seus níveis de influência e poder, para adaptar a comunicação de forma personalizada e estratégica para cada uma delas.
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Luis Branco CEO| Business Insight, Consultores de Gestão, Ldª Carcavelos, Lisboa, Portugal

THIAGO SIQUEIRA DA SILVA
Garantir que a comunicação dos riscos no planejamento seja clara e eficaz entre todos os membros da equipa e partes interessadas, mesmo quando nem todos participam da fase inicial, exige mais do que ferramentas: exige intenção estratégica e liderança relacional.

Aqui estão cinco práticas eficazes para enfrentar esse desafio:
1. Socialize os riscos após o planejamento inicial
Quando algumas partes interessadas não participam do planejamento, é essencial promover um Risk Alignment Briefing.
Apresente os riscos críticos, planos de resposta e pontos de decisão partilhada.
Isso evita surpresas e promove corresponsabilidade.
2. Traduza os riscos para a linguagem de cada stakeholder
Evite jargões técnicos.
Para um CFO, fale em impacto no cashflow; para operações, destaque interrupções de ritmo.
Traduzir riscos para o que importa a cada parte interessada gera mais atenção e ação.
3. Use ferramentas visuais com atualização contínua
Dashboards, mapas de calor e quadros kanban de riscos tornam a informação mais clara, acessível e confiável.
Mesmo para quem não está no dia a dia da obra.
4. Estabeleça ritmos regulares de comunicação de riscos
Não basta comunicar no início: é preciso integrar a gestão de riscos nos ciclos de progresso e adaptação.
Ferramentas como o RCPCV™ ou o Last Planner System ajudam a manter os riscos visíveis e a resposta atualizada.
5. Crie espaço para os “riscos silenciosos”
Nem todos os riscos são formais.
Barreiras políticas, desalinhamentos e medos muitas vezes ficam ocultos.
Sessões de escuta ativa e segurança psicológica (como propõe Amy Edmondson) ajudam a trazer à tona o que realmente pode comprometer o sucesso.

Em resumo: comunicar riscos com eficácia é um ato de liderança que exige presença, empatia, clareza e continuidade.

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"If nominated I will not run, if elected I will not serve"

- General William T. Sherman

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