Como o Disciplined Agile apoia a transformação ágil e digital das organizações?
Uma das grandes questões que vem à tona em decorrência da decisão da alta gestão em conduzir um processo de transformação organizacional, independente do segmento de atuação, é a incerteza inerente aos resultados potencialmente almejados. Quer seja pela dimensão do desafio proposto face à rigidez organizacional (1) encontrada em múltiplas camadas de gestão, ou mesmo pela fragilidade do presente modelo de negócio que, frequentemente, se mostra insustentável em momentos de extrema rivalidade e disrupção tecnológica. Afinal de contas, só quem já teve que trocar o pneu com o ônibus em movimento sabe como é difícil vencer o dilema do modelo de negócios (2), termo brilhantemente abordado por Clayton Christensen que deixou um legado inestimável ao partir em janeiro do presente ano.
Obviamente, a transformação digital impulsiona as organizações na busca do business agility em uma relação de quase-causa-e-efeito, onde prefiro acreditar que na verdade, terminaremos surpreendidos em descobrir que uma leva inegavelmente a outra. Na medida que o efeito da agilidade emerge também a demanda por novas
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I hate asking for change. They always make a face. It's like asking them to donate a kidney. - George Costanza |




